18 de jun. de 2013

Ponha-se no seu lugar





Escolher os melhores locais para quadros de avisos, Tv corporativa (também chamada de mural eletrônico) e outros canais de informação é tarefa simples. Asinda assim, exige atenção com alguns detalhes para evitar a tentação de usar qualquer parede em local que todos frequentem.

O melhor lugar para colocar os quadros de avisos é o restaurante?
 Nem toda parede é apropriada para receber um quadro de avisos. Num corredor, por exemplo, pode atrapalhar o trânsito de pessoas. Na hora de decidir onde instalar,
responda a seguinte pergunta: você pararia diante dele nesse local?
Numa indústria, o local destinado às refeições pode ser uma boa opção. Afinal, tem um fluxo intenso de pessoas. No entanto, você já viu alguém parado diante de um quadro de avisos dentro do restaurante de uma indústria? É uma raridade. Em geral, as pessoas entram neste local com uma prioridade: comer. Na saída, costumam estar acompanhados de colegas ou conversando. Resultado: o quadro de avisos se torna invisível. Colocado numa área próxima à saída, porém fora do restaurante, talvez ele tenha mais chance de atrair a atenção. Por outro lado, a TV corporativa no restaurante costuma ser uma ótima opção. Afinal, quem resiste a uma olhadinha para a tela enquanto come? No entanto, é muito importante que os temas das mensagens não tornem indigesto o momento da refeição.
E, já que o restaurante está na berlinda, existe uma forma de comunicar que foi feita sob medida para as áreas de refeição das empresas: os displays de mesa. São de baixo custo e simples de alimentar (com informações, naturalmente). Vale a pena investir um tempo para pensar numa ótima distribuição dos canais nos ambientes, em vez de encher a empresa com eles, condenando-os à inutilidade e gerando poluição visual.
Ponha-se, então, cada coisa no seu devido lugar!

Trabalhe a seu favor


POR QUE CADA VEZ MAIS A VIDA É DEFINIDA POR UM RITMO FRENÉTICO, ESTRESSE E ANSIEDADE? POR QUE SUA PRODUTIVIDADE PARECE ESTAR DIMINUINDO MESMO QUANDO VOCÊ DEDICA MAIS E MAIS TEMPO AO TRABALHO? POR QUE VOCÊ TEM A SENSAÇÃO DE ESTAR PERDENDO A MELHOR PARTE DA SUA VIDA? SE VOCÊ SE FAZ ESSAS PERGUNTAS E NÃO ENCONTRA RESPOSTAS QUE O AJUDEM A EQUACIONAR ESSAS QUESTÕES, MINDFULNESS PODE SER UM CAMINHO. E É ESSE O TEMA ABORDADO POR ALEXANDRE LUNARDELLI E JOSELITA CUNHA, PALESTRANTES DE JUNHO DO ENCONTRO DO INTED. A SEGUIR, ELES COMPARTILHAM ALGUMAS IMPRESSÕES SOBRE O ASSUNTO.

 Os resultados que obtemos nem sempre correspondem ao tanto de energia que dedicamos às tarefas. Por que isso acontece?
A quantidade de energia dedicada a uma tarefa está ligada ao nosso poder de concentração, de focar naquilo que estamos fazendo. Normalmente, quando fazemos uma tarefa, estamos pensando em várias outras coisas ao mesmo tempo, e isso leva a um desgaste de energia muito maior. O que conseguimos com o treinamento da atenção é aumentar muito o nosso poder de concentração. Todo homem de sucesso é um homem de grande concentração. O treinamento Mindfulness é basicamente o treinamento da atenção consciente. É um jeito de ser que surge espontaneamente quando aprendemos a prestar atenção, intencionalmente e sem julgamento, para o momento presente, para as coisas como elas realmente são. Os estudos mostram claramente um incremento no rendimento do trabalho e na produtividade em geral, com desenvolvimento da atenção,
concentração e resiliência. As pesquisas apontam, também, melhora na memória, crescimento da criatividade, maior rapidez para respostas e aumento da resistência física e mental.

Como contornar a falta de tempo e abrir espaço para atividades adicionais, como o aprendizado da prática da meditação?
A resposta para essa pergunta é o aumento de produtividade. Com o treinamento, conseguimos tornar nossa mente calma e clara e, assim, eliminamos nosso pior inimigo, que é a inquietação. Nesse estado mais calmo, nos tornamos mais produtivos. Calmamente ativos e ativamente calmos. O tempo investido na meditação volta muitas vezes, porque gastamos menos tempo para fazer nossas atividades rotineiras. Um exemplo claro da aplicação no ambiente corporativo é o ganho com as reuniões. Usando técnicas simples com sua equipe, um líder consegue transformar reuniões em momentos importantes e muito produtivos, economizando muito tempo que, de outra maneira, seria perdido improdutivamente.
A melhor notícia é que não são necessárias horas de prática diária. O tempo recomendado pela maioria dos estudiosos varia de 30 a 40 minutos diários, seis vezes por semana (quando a pessoa aprende e pega o gosto, ela dificilmente deixa de meditar os sete dias da semana). Este tempo pode ser dividido em duas vezes de vinte minutos. Além da prática formal, existem vários exercícios que promovem a mente presente e que devem ser feitos durante o dia, durante as atividades normais. Podemos citar a escuta empática, a alimentação, a caminhada ao banheiro ou ao café durante o expediente, o caminho de casa para o escritório e várias outras.

Existe uma associação bastante comum com alguma religião, quando se fala em meditação. Isso tem fundamento?
As técnicas contemplativas têm sua origem nas tradições religiosas e, portanto, essa associação tem fundamento, sim. Acontece que, nas últimas décadas, a ciência estudou as técnicas e as ajustou, tirando todo e qualquer component religioso. Jon Kabat-Zyn, o pioneiro em juntar as técnicas da meditação budista com a ciência da saúde, costuma dizer que ele trouxe as “técnicas budistas sem o budismo”. Qualquer pessoa pode se beneficiar do treinamento, independentemente de crenças. Muitos meditadores são ateus e/ou agnósticos. Não se discute religião nos encontros. A meditação Mindfulness é, hoje, completamente científica e secular.
Devemos encarar a meditação como um treinamento da mente. Assim como vamos a academia ou a um parque para treinar o corpo e fazer ginástica, devemos dedicar um tempo ao treinamento da mente. Assim como atingir uma boa forma física exige um tempo de treinamento, a obtenção de uma “mente em forma” também precisa de algum tempo para acontecer. O tempo de prática deve ir aumentando paulatinamente, começando com 5 a 10 minutos, dependendo de cada um. A maioria das pessoas já sente alguns benefícios logo de saída; para outras, demora um pouco mais. Os programas desenvolvidos pelos principais centros de Mindfulness do mundo têm a duração de oito semanas, com um encontro semanal. Muitos dos benefícios medidos são obtidos com esse prazo. Alguns institutos que estão oferecendo o programa para empresas optaram por programas de sete semanas. Existem, também, programas intensivos de alguns dias, que podem ter diferentes formatos.

PARA SABER MAIS, ACESSE:
www.abmindfulness.com.br/destaque.php?id=6

Alexandre Lunardelli – Engenheiro agrônomo, com especialização em administração de empresas. Facilitador de programas de treinamento, ensina Mindfulness para empresários, executivos, profissionais liberais, professores, artistas e estudantes. Cursou Mindfulness na UNIFESP. Desenvolveu expressiva carreira como empresário e executivo.

Joselita Cunha – Administradora de empresas, com especialização em Finanças e Controladoria, desenvolveu sua carreira como executiva na área financeira em grandes empresas multinacionais. Master Practitioner em Programação Neurolinguística e Reikiana. Professora de Mindfulness formada com o Lama Jangchu.

28 de nov. de 2012

Uma imagem vale por mil palavras


Uma imagem fala por si. É capaz de provocar reações fortes e de despertar sentimentos intensos, bons e ruins. Uma imagem é algo que valorizamos tanto que compartilhamos fotos e selecionamos as nossas preferidas para colocar em porta-retratos, na carteira, em chaveiros, enfim, imagens marcam.

E, ainda assim, vemos muitos materiais empresariais – sobretudo os impressos – maltratados por imagens ruins. Fotos escuras, imagens com fundos impróprios, sombras que escondem fisionomias, excesso de luminosidade que faz pessoas e objetos ficar esbranquiçados, fotos fora de foco, tremidas, e as famigeradas fotos geradas por câmeras de celular, que raramente geram bons resultados quando impressas. “Ah!, mas na minha tela está lindo!”..., não quer dizer que tecnicamente esteja em boas condições de impressão.
Embora o ideal – e recomendável – seja recorrer a fotógrafos profissionais, hoje em dia, todos podemos fazer boas fotos, pois há muitos equipamentos fáceis de usar e a preços acessíveis. Mas, para que fotos amadoras não prejudiquem a qualidade final do material da empresa, é fundamental que a máquina fotográfica seja ajustada corretamente e que o fotógrafo amador tenha conhecimentos básicos de como fazer boas fotos.
Outro fator importantíssimo é o mito do Photoshop. Há quase um consenso de que o software resolve qualquer problema, desde retoques milagrosos a montagens duvidosas. O Photoshop, como outros programas de uso profissional, tem, de fato, muito recursos para melhorar – ou até mesmo alterar – uma imagem. Mas é preciso, primeiro, cuidar da origem. Uma foto pequena jamais poderá ser ampliada para o tamanho de uma capa de revista, por exemplo. Uma imagem escura demais nunca ficará perfeita, bem como um retrato tremido não será recuperado. Há de se ter cuidados básicos com luzes, sombras, cores e resolução, e evitar exageros nos retoques. O software é apenas uma ferramenta. Como sempre, recomendável para uso profissional.
Uma imagem vale por mil palavras. Cuide do seu negócio em todos os detalhes. Valorize o material de sua empresa com textos bem escritos, visual limpo e imagens de qualidade.

Com colaboração de Marcelo Cason, do estúdio MCason Criação, publicitário e pós-graduado em Marketing pela Fecap.

19 de nov. de 2012

A caixa de sugestões não está morta



Apesar da digitalização de muitos meios de comunicação, dependendo do tipo de empresa, ainda há espaço para a caixa de sugestões convencional. E há detalhes que fazem a diferença entre uma caixa acolhedora e uma caixa sempre vazia.

A caixa de sugestão da minha empresa está sempre vazia. O que isso significa? Devo acabar com ela?

Uma caixa de sugestão vazia significa muita coisa. Só não significa que as pessoas não tenham sugestões a dar!
No início de um programa de sugestões, geralmente se consegue uma boa participação. Com o tempo, porém, elas vão “pingando” e tendem a desaparecer. Não é algo que aconteça em uma ou outra empresa. É mais comum do que se imagina.
Pode faltar motivação para sugerir – isso acontece em empresas que não dão feedback sobre as sugestões. Mesmo quando são anônimas e/ou quando não é possível adotá-las, as sugestões devem ser respondidas, o que pode ser feito num quadro próximo à caixa, pela intranet ou via jornal interno, por exemplo. Se a sugestão estiver identificada, a resposta deve ser dada pessoalmente, de preferência, para estimular o diálogo direto e valorizar a iniciativa do colaborador que sugeriu. O importante é não deixar sem feedback nenhuma sugestão.
Se o programa está no início e não houve adesão, convém reavaliá-lo, desde as regras à divulgação. Nesse caso, pode ser até recomendável retirar a caixa e relançar o programa em outras bases.
A falta de motivação para sugerir também pode refletir a falta de confiança do colaborador na empresa. Sobretudo se as sugestões tiverem que ser identificadas com nome e área de quem sugere. Muitos têm medo de se expôr diante do supervisor, chefe ou gerente. Isso sinaliza um problema de gestão realmente sério.
Outro fator que pode esvaziar a caixa de sugestões: limitar a participação do empregado, que só pode sugerir melhorias para a área em que trabalha. Por que não para todas as áreas? É mais fácil vermos “defeito” (e qualidades também) no quintal do vizinho.
Há empresas que recompensam financeiramente quem deu sugestões que geraram economia. Ajuda a estimular, mas adotar a recompensa é muito específico de cada empresa. Porém, uma atitude é obrigatória, qualquer que seja a empresa: dar feedback.

26 de out. de 2012

Publicação empresarial: só porque é grátis não tem que ser chata



Além de temas que a companhia quer abordar, inclua aqueles que os colaboradores gostariam de ler

Visual atraente, com fotos e ilustrações, e matérias curtas, com linguagem descomplicada, mesmo quando os assuntos forem complexos – e especialmente nesses casos – são premissas básicas para que as publicações empresariais, especialmente as internas, como revistas, jornais, newsletter, boletins etc, sejam bem-sucedidas. As notícias, por sua vez, precisam ser diversificadas, para que a publicação não se torne “o jornal do RH” ou “a revista do pessoal de Vendas”. A diversificação também garante um bom índice de leitura, porque, se o leitor não quiser ler uma reportagem, terá outras que poderão despertar seu interesse. Busque o equilíbrio, mesclando temas empresariais com matérias de interesse geral, que também podem ter um link com o dia a dia da empresa. Quer ver? Até mesmo uma receita culinária pode estar relacionada com a empresa. Ela pode ser passada pela nutricionista da empresa ou simplesmente ser um prato que faz sucesso no restaurante da companhia.
São exemplos de temas empresariais: estrutura organizacional; responsabilidades de setores e dos colaboradores; formas de avaliação de desempenho; sucessos obtidos; benefícios; dicas de liderança; qualidade; relação cliente-fornecedor interno; perfil de empregados, treinamentos internos etc. São informações objetivas, de interesse dos colaboradores e que, ao mesmo tempo, facilitam a realização das metas da organização e melhoram a confiança interna.
Temas de interesse geral podem ser:
Cultura – patrocínios a eventos culturais, sugestões de leitura, até matérias temáticas a respeito de uma festa do nosso folclore, etc.
Motivação – contribui com o desenvolvimento profissional e pessoal do colaborador. Podem ser baseadas em entrevistas com especialistas.
Comportamento – negociação é um exemplo. Todos, não importa em qual função, precisam saber negociar. Seja em casa com os filhos, no ambiente de trabalho ou no shopping.
Psicologia – crescer, envelhecer, casar, separar, ganhar, perder. Essas e tantas outras emoções, motivadas por situações no ambiente profissional ou familiar, podem render matérias no mínimo curiosas, resultantes de entrevistas com especialistas.
Comunicação – dicas sobre como se comunicar corretamente, desenvolver a empatia pelo receptor para ser entendido, a importância do feedback, incluindo aspectos da língua falada, como concordância, vícios de linguagem etc.

10 de out. de 2012

Qualquer empresa precisa de comunicação interna


A Associação Brasileira das Agências de Comunicação (Abracom) destaca em seu Caderno de Comunicação Organizacional Como entender a comunicação interna* que as empresas devem desenvolver e utilizar materiais e campanhas que objetivem “apresentar e posicionar a organização, seus conceitos de missão, visão, valores, políticas e processos”.
Por menor que seja uma empresa, não convém relegar esses materiais e campanhas ao segundo plano, pois eles são efetivos na sedimentação do DNA da companhia, tanto junto aos novos colaboradores quanto entre os integrantes veteranos.
O Manual de Políticas e Procedimentos, assim como o Código de Ética da empresa, estão nesse rol de iniciativas indispensáveis da comunicação interna. Eles “veiculam informações que visam facilitar a integração (dos novos colaboradores) na cultura da organização e motivar o seu comprometimento, para uma maior consciência e unicidade de visão sobre as normas de conduta, processos e forma de atuação da empresa. Essas publicações contêm orientações sobre a missão, visão, valores, políticas e benefícios de Recursos Humanos e os procedimentos a serem realizados em situações do dia a dia, como ação em caso de acidentes de trabalho, procedimento em relação ao fluxo e sigilo de informações, relacionamento com fornecedores etc.”
As pessoas são movidas por estímulos, e a comunicação interna é um dos bons, quando feita de forma profissional e sistêmica. Mesmo em empresas pequenas, também são oportunas campanhas internas para motivação e consecução de objetivos e metas. Programas sociais, culturais e esportivos também funcionam como um estímulo positivo à identificação do profissional com a empresa.
Em resumo, não é o tamanho de uma empresa que vai determinar a necessidade de comunicação interna. Ela pode, sim, ficar mais complexa e exigir mais recursos, tanto maior for a empresa. Porém, em toda organização, ela é essencial.

*O CCO Como entender a comunicação interna pode ser baixado gratuitamente, na íntegra, pelo site www.abracom.org.br


28 de ago. de 2012

Bata à porta do seu colaborador


Você já deve ter ouvido isso: a mudança é uma porta que só abre de dentro para fora. Ou seja, cada pessoa é a única protagonista de sua mudança. Isso vale, também, nas empresas. Por mais elementos que uma companhia apresente aos seus colaboradores, a
decisão de 'vestir a camisa' será sempre um movimento individual. Diante disso, fica ainda mais clara a relevância da comunicação interna e de ações de endomarketing: elas não vão mudar o clima organizacional, nem transformar um colaborador apático num líder construtivo. Porém, comunicação interna atua como elemento de provocação a esse movimento de mudança. Mesmo só havendo maçaneta na parte interna dessa porta, a empresa pode e deve bater nela, lançar luz pelas frestas, enfim, estimular o colaborador a abri-la, a experimentar e participar, ampliando seus próprios horizontes e, por consequência, os resultados da empresa.
As perguntas desta edição são sobre essas 'batidinhas' na porta que a empresa precisa constantemente dar, seja por meio de ações de comunicação interna, seja pela inequívoca força do exemplo. O ideal é que seja das duas formas simultaneamente.

Algumas empresas adotam ações de endomarketing. Nesses casos, existe uma competição entre comunicação interna e marketing?
Na verdade, as atividades de comunicação interna e de endomarketing se complementam. Comunicação interna é quando você transmite informações importantes usando os meios formais de comunicação disponíveis na empresa, como e-mails, reuniões com a liderança, mural, jornal, etc. Endomarketing é quando você associa as informações a serem transmitidas às técnicas e estratégias do marketing tradicional. Ou seja, existe um cuidado criativo e uso de mídias alternativas.
Em outras palavras: os canais de comunicação têm que existir sempre. As campanhas de endomarketing complementam, deixam a informação mais agradável. Exemplo: o jornal interno já noticiou que a empresa está adotando um novo uniforme, mais apropriado para seu pessoal operacional. Em paralelo, uma campanha de endomarketing espalha pela fábrica cartazes de grande apelo visual apresentando o novo uniforme e suas funcionalidades. Ou promove um desfile na linha de produção. Ou ambas as iniciativas.

Qual é a melhor forma de influenciar pessoas?
A força do exemplo é uma maneira bastante eficiente para influenciar pessoas. Você já deve ter ouvido comentários do tipo “o presidente chega aqui, cumprimenta todo mundo”, ou ainda “o supervisor só chama a gente pra conversar pra dar notícia ruim”. Ou seja, as pessoas estão atentas ao comportamento de seus líderes e são influenciadas por gestores cordiais, acessíveis, que se mostram interessado em ouvir (e não apenas em dar ‘notícia ruim’), assim como sofrem influência de líderes fechados. Não se trata de exigir que os líderes adotem um comportamento padrão, mas de alertá-los para a influência que sua postura tem no clima da área.